PET em Cardiologia

 

  • Cardiologia Nuclear - Viabilidade Miocárdica

    A Clínica de Medicina Nuclear Villela Pedras vem empregando, desde 2001, o que há de mais moderno em pesquisa de viabilidade miocárdica: A Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET).

  • Miocárdio Hibernante

    Condição de contração anormal crônica sustentada (disfunção VE) devido a perfusão insuficiente crônica em pacientes com DAC em que a revascularização leva melhora da função ventricular.

    Embora o mecanismo fisiológico seja difícil de determinar, a importância clínica é que o miocárdio viável, porém disfuncional (miocárdio hibernante) em pacientes com DAC crônico, somente poderão melhorar a função ventricular se forem identificados e revascularizados.

    As técnicas (métodos) da Medicina Nuclear são únicos na identificação/diferenciação de tecido viável com base na perfusão (TC-99m-MIBI) , integridade da membrana celular (T1-201) e atividade metabólica (F-18-FDG).

    O FDG é um análogo da glicose, em que há a substituição de um grupo hidroxila (OH) pelo radioisótopo F-18 (Flúor). O Mecanismo inicial de captação celular de FDG é idêntico ao da Glicose. Seguindo a fosforilação do FDG, que não pode se mais metabolisado e, logo, o FDG fosforilado fica preso no interior no miócito, gerando um forte sinal para a formação de imagem. Permitindo, assim, a identificação de miocárdio viável em risco, quando os dados relativos a perfusão miocárdica são combinados a captação FDG (metabolismo).

  99mTc-MIBI
18F-FDG
 
Miocárdio Atordoado normoperfundido
captante
concordante
Miocárdio Hibernante hipoperfundido
captante
discordante
Fibrose Miocárdica hipoperfundido
não captante
concordante

Desta maneira, podemos oferecer ao médico assistente, uma melhor definição daqueles pacientes que poderão se beneficiar com a cirurgia de revascularização.

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