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Notícias

Medicina nuclear no diagnóstico precoce do infarto

12/jan/2018

Dor no peito, cansaço, falta de ar. Esses podem ser sintomas de uma doença que é prenúncio de infarto, a chamada Doença Arterial Coronária Crônica, que atinge principalmente idosos, diabéticos, fumantes, hipertensos e os que têm colesterol elevado no sangue. Embora o infarto do miocárdio possa ocorrer sem sintomas, em 80% dos casos ele vem acompanhado de forte dor no peito. Sinais semelhantes a outros distúrbios. Sudorese excessiva, palidez, agitação, tontura, desmaio, ansiedade ou até sensação de morte iminente podem surgir, tornando, muitas vezes, o diagnóstico clínico impreciso.  Por isso, a aplicação dos exames da Medicina Nuclear no diagnóstico de infarto do miocárdio vem sendo cada vez mais presente.

A cintilografia avalia como está a chegada do sangue ao coração e isso serve para detectar qual a chance de uma pessoa vir a sofrer um infarto.  A evolução da medicina nuclear melhorou o tratamento pós infarto também. Com os radiofármacos, o cardiologista consegue  decidir se  o paciente irá precisar de um tratamento mais invasivo, como uma cirurgia. As substâncias permitem medir a passagem de sangue pelas artérias e conseguem detectar a atividade de pequenas áreas que não são vistas em outros exames.

O uso da Medicina Nuclear no diagnóstico de infarto do miocárdio vem crescendo em razão das vantagens que proporciona aos pacientes. Afinal, todos os anos, cerca de 200 mil brasileiros são vítimas de infarto, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Saiba mais sobre nossos exames para prevenção do infarto precoce.